Noruega – Inglaterra: uns quartos para a história
Aconteça o que acontecer no sábado, este jogo já é histórico. A Noruega disputa o seu primeiro Mundial desde 1998 — 28 anos de espera — e, ao chegar aos quartos de final do Mundial 2026, assinou já o melhor resultado da história do futebol norueguês. Entre os noruegueses e uma meia-final impensável está a Inglaterra: campeã mundial em 1966 e presença habitual nas rondas decisivas do torneio. Uma nação sonha o seu sonho mais louco; da outra, espera-se simplesmente que vença — e entre Oslo, Bergen, Londres e Liverpool o telefone vai tocar muito depois do apito final.
Noruega: 28 anos de espera e uma geração dourada

O currículo mundialista da Noruega é curto: participações em 1938, 1994 e 1998, sem nunca passar dos oitavos. Mas contém uma das surpresas imortais do torneio — Noruega 2, Brasil 1 em Marselha, em 1998, uma reviravolta tardia sobre os campeões em título que a televisão norueguesa ainda repete todos os verões. Depois veio o longo silêncio e, finalmente, a geração que há tanto era prometida à Noruega: a era Haaland–Ødegaard devolveu o país à fase final — e levou-o mais longe do que qualquer seleção norueguesa alguma vez foi.
Os adeptos ingleses de uma certa idade também conhecem o lado negro da Noruega. Quando os noruegueses venceram a Inglaterra por 2-1 num jogo de qualificação em 1981, o comentador Bjørge Lillelien soltou o desabafo mais famoso da história das transmissões de futebol: «Maggie Thatcher — your boys took a hell of a beating!». Os noruegueses esperam há 45 anos por uma oportunidade de o repetir.
Inglaterra: o peso de 1966
O único triunfo mundialista da Inglaterra pertence à mitologia nacional: Wembley, 1966, um 4-2 no prolongamento contra a Alemanha Ocidental e o hat-trick de Geoff Hurst — ainda hoje o único numa final de um Mundial. Desde então: meias-finais em 1990 e 2018 (quarto lugar nas duas), duas finais de Europeu nos anos 2020 e seis décadas de «football's coming home». A Inglaterra chega a esta fase quase por defeito; o difícil, como qualquer adepto inglês confirmará de dentes cerrados, é o passo seguinte.
Como ligar para a Noruega: +47
O indicativo da Noruega é o +47, e os números noruegueses são de um minimalismo agradável: oito algarismos, sem zero inicial e sem indicativos de cidade — os mesmos oito algarismos, quer marque de Trondheim quer da Tailândia. Os móveis começam por 4 ou 9 (+47 40 61 23 45); os fixos por 2, 3, 5, 6 ou 7 — um fixo de Oslo tem este aspeto: +47 22 23 45 67. Os preços ao minuto para números noruegueses estão na página de tarifas para a Noruega.
Como ligar para Inglaterra: +44
A Inglaterra partilha o indicativo +44 com todo o Reino Unido. Os números nacionais começam por 0, que se retira nas chamadas internacionais. Um fixo de Londres: +44 20 1234 5678 (indicativo 20; Birmingham tem o 121, Liverpool o 151, Sheffield o 114); os móveis começam por 7: +44 7400 123456. Todas as tarifas em vigor estão na página de tarifas para o Reino Unido.
Começo tardio e noites claras do norte
O jogo disputa-se nos Estados Unidos e cai, por isso, ao fim da noite europeia — hora de fecho dos pubs em Inglaterra e o meio da noite clara na Noruega, onde em julho de qualquer forma mal escurece (Oslo está uma hora à frente de Londres). As chamadas do pós-jogo — eufóricas, arrasadas ou as duas coisas ao mesmo tempo — são exatamente o momento em que a eFon ganha o seu lugar: as chamadas da app para qualquer número norueguês ou britânico custam uma tarifa clara ao minuto, até 90% menos do que ligar diretamente pelo tarifário do operador móvel, e quem recebe atende uma chamada perfeitamente normal. Quem fez a viagem até à América junta-lhe o eSIM de viagem da eFon para os dados nos Estados Unidos. E em Dublin também há interesses neste jogo — para os vizinhos há a página de tarifas para a Irlanda.

Os outros quartos de final
- França – Marrocos: a revanche do Mundial
- Espanha – Bélgica: revanche 40 anos depois
- Argentina – Suíça: campeões contra a história
A história diz Inglaterra. O embalo diz Noruega. A fatura do telefone, em qualquer dos casos, diz eFon. ⚽